Londrina criou 1,497 mil novas vagas de emprego em 2014. O número de trabalhadores com carteira assinada passou de 175,4 mil em 31 de dezembro de 2013 para 176,9 mil na mesma data do ano passado. Os dados são da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) divulgada ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e que não disponibiliza informações municipais de anos anteriores, para comparação da variação na geração.
Tiveram saldo positivo os setores de serviços industriais de utilidade pública (332 vagas ou 251,5% a mais), agropecuária (177 ou 6,0%), serviços (3,8 mil ou 4,7%), administração pública (359 ou 3,8%) e comércio (547 ou 1,2%). Houve queda na construção civil (-1,8 mil ou -17,7%) e na indústria da transformação (-1,8 mil ou -6,6%).
O secretário do Trabalho, Emprego e Renda de Londrina, Márcio José Gomes Corrêa, afirma que a Administração Pública busca criar oportunidades para a geração de vagas na cidade. "Existem projetos grandes em discussão para implantação até o fim do ano, principalmente na construção civil, que podem melhorar esse cenário", diz.

No País


A indústria teve o pior desempenho na geração de empregos formais em 2014 no País, ao fechar 121,7 mil vagas. Conforme o MTE, houve queda em 11 das 12 áreas que integram setor, exceção feita à fabricação de produtos alimentícios, com alta de 2,2%. Porém, cinco dos oito setores da economia apresentaram saldo positivo, com destaque para serviços, que criou 587 mil vagas.
O Nordeste apresentou o melhor resultado, com abertura de 206 mil postos, seguido por Sudeste (169 mil), Sul (135 mil), Norte (58 mil) e Centro-Oeste (54 mil). Os estados que mais criaram empregos foram São Paulo (87 mil), Santa Catarina (63 mil), Bahia (57 mil) e Ceará (56 mil). A única unidade federativa que fechou vagas no ano passado foi o Amazonas, com menos 1,5 mil postos formais. (F.G./Com Agência Estado)

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