O mercado financeiro da Europa reagiu com entusiasmo a privatização da companhia mineradora Vale do Rio Doce. Banqueiros ouvidos ontem em Genebra e Paris acreditam que a privatização da Vale aponta para um tendência saudável do País, que é a ampliação do processo de desestatização. Essa tendência, acreditam eles, deve alcançar também setores como o das telecomunicações, por exemplo. A consequência imediata disso, dizem eles, será o aumento significativo do fluxo de investimentos diretos e de capitais financeiros no País. Esses mesmos setores estão prevendo uma rápida transferência do interesse dos investidores - até então mais concentrados na Ásia - para os países da América Latina, identificando certas prioridades no continente.

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