Renda fixa liderou o
ranking de aplicações
Agência Folha
Com o mau desempenho das Bolsas de Valores (veja texto acima), a renda fixa liderou o ranking de maio, com o CDB de grande investidor (aplicação a partir de R$ 500 mil) rendendo 1,65% brutos e 1,32% líquidos. A TBF (média desse mercado) ficou em 1,60% bruto e 1,28% líquido. É bom lembrar, entretanto, que os juros dos CDBs variam muito e esse cálculo de rentabilidade não considera o efeito da CPMF na renovação mensal.
Entre os FIFs de 60 dias houve fundo rendendo 1,60% bruto, quase o CDI (juro interbancário), mas na média o rendimento ficou em 1,46% bruto e 1,17% líquido (é mero cálculo, já que os ‘‘aniversários’’ são de 60 em 60 dias). Os FIFs de 30 dias renderam, na média, 1,05% líquido, contra 0,9566% da caderneta de poupança. Os FIFs de curto prazo, que não são investimento, deram 0,20% líquido.
Todos permitiram ganho sobre a inflação medida pelo IGP-M, que ficou em 0,14% neste mês. A poupança, por exemplo, deu ganho real de 0,82%. Dólar e ouro mantiveram o ritmo dos meses anteriores, sem surpresas. O ‘‘black’’ se valorizou 1,68%, mas se comparado o preço de venda com o de compra (pelo cambista) a alta é de apenas 0,42%.

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