O novo regime comum para a indústria automotiva do Brasil e Argentina entra em vigor hoje, com a exigência de que pelo menos 30% dos veículos produzidos em cada país tenha de incluir autopeças nacionais. Representantes dos governos dos dois países acreditam que em breve tenham a adesão de Uruguai e Paraguai, os outros dois sócios do Mercosul.
Há expectativa de que o novo regime, produto de longa e difícil negociação, permita em uma primeira etapa um intercâmbio de US$ 5 bilhões em veículos e autopeças. O acordo terá vigência até 31 de dezembro de 2005. Desaparecerão as cotas de importação mas as tarifas subirão para 35%.
A tarifa externa para as autopeças importadas para a produção deve subir, gradualmente, de 14% para 18%. A Argentina começa com uma tarifa de 7%. A do Brasil é de 9,1%.

mockup