São Paulo - Uma bebida feita à base de chá verde e capaz de queimar calorias. Essa é a promessa do Enviga, um refrigerante feito em parceria por Coca-Cola e Nestlé e que deve chegar ao mercado americano em novembro.
Segundo estudos da Nestlé, somente o consumo diário de três latas de Enviga pode resultar na queima de 60 a 100 calorias, o que representa praticamente uma fatia de pão de leite (92 calorias). Seriam necessárias pelo menos 15 latas do refrigerante para eliminar as calorias presentes em um Big Mac (500 calorias).
O levantamento da empresa suíça mostra que o antioxidante EGCG (epigallocatechin gallate), presente no chá verde, ''acelera o metabolismo e aumenta o uso de energia'', especialmente se combinada com a cafeína, que também faz parte da composição do refrigerante.
A Coca-Cola afirmou que decidiu lançar o Enviga porque notou uma mudança na postura de seus consumidores. ''Houve uma alteração das pessoas em relação a dieta, saúde e bem-estar. Elas procuram cada vez mais produtos ajudem um estilo de vida ativo'', disse o vice-presidente de marketing, John Hackett.
A bebida terá três sabores: chá verde, pêssego e frutas silvestres. A assessoria de imprensa da Coca-Cola no Brasil disse que não há previsão para o lançamento do produto no país.
Osteoporose - Mulheres que bebem regularmente refrigerantes à base da planta cola, como a Coca-Cola e a Pepsi-Cola, podem estar aumentando seu risco de ter osteoporose, segundo um estudo publicado na revista científica American Journal of Clinical Nutrition.
A pesquisa envolvendo 2,5 mil pessoas, homens e mulheres, revelou que apenas este tipo de refrigerante está ligado à baixa densidade mineral dos ossos em mulheres, independentemente da idade ou de quanto cálcio elas ingerem diariamente.
A osteoporose é mais comum em mulheres que já passaram da menopausa e faz com que os ossos fiquem mais fracos, quebrando-se com maior facilidade. O estudo liderado por Katherine Tucker, da Universidade Tucks, de Boston, usou informações sobre a dieta das pessoas e a densidade óssea delas na coluna e em três locais dos quadris, as áreas mais afetadas pela doença.
Os homens estudados bebiam uma média de cinco refrigerantes à base de cola por semana, enquanto as mulheres tomavam quatro. O consumo das bebidas foi relacionado à menor densidade nos ossos do quadril, mas não na coluna, em mulheres. Já nos homens, não foi descoberta qualquer relação entre osteoporose e os refrigerantes.

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