Reformulação é fundamental, diz Adapar
O presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Inácio Kroetz, vê como fundamental a mudança de estratégia do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal. Ele relata que há necessidade de revisão de diversos pontos que não tiveram adesão dos produtores do Estado ao longo dos anos.
Há duas semanas, Kroetz esteve em Brasília e começou a discutir algumas alterações da norma que considera de fundamental importância. Ele cita, por exemplo, "a implantação de uma nova vacina contra a brucelose que pode ser aplicada mesmo à fêmea passando dos oito meses, novas tecnologias para identificar animais doentes, a indenização aos produtores que abaterem os animais com tuberculose e, claro, o saneamento de todas as propriedades em que forem encontrados focos da doença".
De acordo com o presidente da entidade, atualmente as vacinações contra a brucelose no Paraná giram em torno de 65% a 70% do rebanho total. "Esse número deveria atingir os 100% o quanto antes. Hoje, se o agricultor não vacina depois dos oito meses, ele é atuado, mas não recebe nenhuma vacina para o rebanho dele. Isso, portanto, acaba não resolvendo o problema", complementa Kroetz. (V.L.)





