O mercado do feijão ainda não sentiu o reflexo da possível redução na produção paranaense por causa da seca. De acordo com Danilo Rend, corretor da Correpar em Curitiba, o mercado está calmo. ''A demanda é baixa'', explicou.
Ele acredita que deverá faltar produto apenas em dezembro, fator que pode elevar a cotação da mercadoria. Segundo o corretor, há expectativa de quebra de 7% na safra de Santa Catarina e de 50% na produção do Rio Grande do Sul, que enfrenta muita chuva por causa do fenômeno El NiÀo. Como os produtores gaúchos plantam apenas feijão preto, esse produto deve valorizar mais se a quebra for confirmada.)C.A.)

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