Agência Estado
de São Paulo
O setor de refeições coletivas, que engloba mais de 300 empresas que fornecem refeições para trabalhadores no País, deverá servir este ano 3,30 bilhões de refeições contra os 3,05 bilhões do ano passado, com um faturamento previsto de R$ 2,9 bilhões, se preparando para o lançamento do seu selo de qualidade a partir do final do primeiro semestre do próximo ano.
Segundo o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas (Aberc), Rogério da Costa Vieira, o selo de qualidade será dado segundo parâmetros da ISO 9000. ‘‘Estamos fazendo isto para mostrar que hoje já apresentamos um produto de alta qualidade’, disse.
O setor emprega no País hoje 139 mil funcionários. Esse tipo de negócio tem 22 anos de Brasil e a Aberc está elaborando um documento para pedir redução da incidência de impostos sobre a alimentação, que em média é de 9% a 10%, dependendo do Estado. ‘‘Em países desenvolvidos, a alimentação é quase isenta de impostos. Para a Reforma Tributária estamos pedindo esta alteração’’, explicou.
Vieira disse que o ajuste cambial verificado no País a partir de janeiro causou um aumento de preços em alguns produtos que são considerados commodities, de 5,5% a 6,5% em média. ‘‘Mas nós lutamos para absorver muitos reajustes e também negociamos incessantemente com fornecedores’’, afirma.

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