Redes sociais terão capacidade de aprender
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Mie Francine Chiba<br>Reportagem Local 
As redes sociais do futuro poderão utilizar computação cognitiva. Esta é a visão de Lígia Zotini, Líder de Advertising da IBM. Ela esteve ontem para palestra na Semana do Empreendedor Digital, realizado pela Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil) em parceria com o Sebrae. Isso quer dizer que, mais para frente, estas plataformas sociais poderão adquirir inteligência suficiente para aprender de forma autônoma, assim como o cérebro humano.
Além disso, a explosão de dados digitais pode ser benéfica, e explorada como uma fonte natural, assim como o petróleo. Da mesma forma que se faz necessária uma empresa para minerar petróleo bruto, há a necessidade de companhias que criem plataformas para retirar informações úteis das redes sociais.
Mas as redes são oportunidade não só para o setor de tecnologia. Qualquer empresa já pode se beneficiar delas, desde que tenha o foco certo. Se antes as companhias se valiam de meios "clássicos" como jornais e televisão para divulgar seu trabalho, hoje, elas podem usar as redes sociais não apenas como um canal de comunicação, mas também de obtenção de dados interessantes sobre o cliente. "As redes sociais são uma expressão do ser humano", diz a líder da IBM.


