A rede de farmácias Vale Verde, com 13 unidades em Londrina, uma em Cambé e uma em Arapongas, está aguardando a indústria farmacêutica alterar as embalagens para analisar a viabilidade de trabalhar com o medicamento fracionado. ''A principal adequação deve partir da indústria'', salienta o diretor comercial Rubens Benedito Augusto.
Segundo ele, toda mudança causa impacto, mas os estabelecimentos terão que acompanhar por serem alterações que mexem com a saúde da população. ''As pessoas não sabe que para fracionar haverá que seguir uma série de exigências. O povo leigo pensa que é só cortar o blister, mas não é só isso. Cada blister terá que conter data de fabricação, número do lote e código de barra que é importantíssimo para evitar falsificação'', explica Augusto. Hoje, diz ele, os medicamentos fracionados são os chamados OTC (sigla em inglês para produto de venda livre). ''Para os fracionados haverá necessidade de ter receituário médico'', ressalta. (V.B.)

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