Os recursos para pagamento da indenização dos sete pecuaristas que tiveram suas propriedades consideradas focos de febre aftosa já foram disponibilizados no orçamento da União no final da semana passada. Isso significa que o dinheiro será liberado para indenizar os pecuaristas assim que a Advocacia Geral da União (AGU) aprovar o valor sugerido pela Comissão de Avaliação, Taxação e Sacrifício, que está acompanhando todos os sacrifícios sanitários. A indenização será dividida entre a União e o Fundo de Desenvolvimento da Agropecuária do Paraná (Fundepec).
Segundo a assessoria de imprensa da Superintendência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Curitiba, os membros da comissão estão montando um processo que será entregue ao órgão. Essa documentação será encaminhada à AGU, em Brasília, responsável pela liberação do pagamento. Até ontem à tarde, a comissão ainda trabalhava na conclusão dos processos. O sacrifício sanitário já foi feito em quatro propriedades: Cesumar e Pedra Preta (Maringá), Flor do Café (Bela Vista do Paraíso) e Santa Izabel (Grandes Rios).
Os membros do Fundepec também não concluíram esse processo que irá liberar a indenização. (F.M.)

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