Mesmo com os estímulos ao consumo por parte do governo brasileiro, a captação líquida de cadernetas de poupança da Caixa Econômica Federal bateu recorde em julho, com R$ 3,6 bilhões.

O total é 25% maior do que o recorde anterior, registrado em 2010, quando se atingiu a marca de R$ 2,91 bilhões. O cenário, segundo especialistas, é efeito do receio da população ante a crise mundial e pela tendência a economizar antes de fazer novas compras, para evitar o endividamento excessivo.

Porém, a falta de conhecimento sobre formas de investimento mais rentáveis, principalmente entre o público de renda menor, leva à caderneta de poupança. Apesar do retorno mais baixo, é o tipo de aplicação mais fácil de se entender e o mais confiável.

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