Com uma produção de pão francês diária considerada alta (250 mil por dia), a necessidade de manter a qualidade é cada vez mais crescente no produto. Para isso, os padeiros têm que estar preparados.
A maior preocupação do Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitarias do Norte do Paraná é formar novos profissionais.
''A mão-de-obra é velha, não houve reciclagem e a demanda ficou reprimida'', afirma o presidente da sindicato, Itamar Carlos Ferreira.
Um total de 370 panificadoras e confeitarias são filiadas ao sindicato. A idéia, de acordo com o Ferreira, é agregar toda a classe, oferecendo cursos de reciclagem na área de panificação e confeitaria.
Para isso, num prazo de três meses, vai ser colocada em funcionamento uma indústria de confeitaria dentro da própria sede do sindicato, instalada numa sala do Sebrae.
''A idéia é adquirir maquinários e oferecer um curso básico de padaria, para que as pessoas que trabalham no ramo possam se reciclar'', afirma Ferreira. Cada curso deverá atender 25 menores.
Outros cursos que serão oferecidos aos interessados são os de confeiteiros e de manipulação de alimentos.
Também em pareceria com o Sebrae, o sindicato realiza o Programa de Alimento Seguro (PAS), para se adequar às necessidades básicas de higiene e qualidade.
''Levamos em conta o rigor da Vigilância Sanitária e a qualidade exigida na manipulação dos produtos''. (M.O.)

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