A funcionária pública Rita de Cássia Rodrigues Cavatorta, de 49 anos, conta que tem preferência por absorventes externos, mas em ocasiões que demandam maior discrição, conforto e segurança, não abre mão dos internos. ''É uma questão de cultura e hábito. A minha geração não foi acostumada a usar estes produtos'', justifica.
''Em situações que exigem mais comodidade, como ao entrar na piscina por exemplo, eu costumo usar o interno porque me sinto mais à vontade'', conta. Ela começou a usar absorvente intravaginal com cerca de 27 anos. Em seu meio de convivência, apenas algumas mulheres fazem uso direto do interno, mas a maioria das mulheres só usa o interno em ocasiões específicas. ''Acredito que as jovens de hoje utilizam mais que as de antigamente''.
Rita lembra que quando começou a ser usado no Brasil, o absorvente interno tinha um custo mais alto que os tradicionais e ''este fator pode também ter influenciado na escolha na hora da compra''.
A nutricionista Renata Trench Rocha também costuma usar absorvente interno raramente. ''No dia a dia o externo é mais cômodo'', diz. (A.V.)

mockup