Apesar de pouco tempo de funcionamento, as empresárias comemoram os resultados. ''Claro que tem pessoas que nem olham para as roupas usadas, mas a maioria entra na loja e não consegue distinguir qual é o setor de semi-usados e a ponta de estoque'', conta Margareth. ''Investi no diferencial, com uma decoração diferente, tudo embrulhado em pacote de presente. Com atrações na frente da loja no fim de semana. A propaganda foi indo, de boca em boca. Hoje muitas roupas são compradas na minha casa, antes de eu trazer para a loja'', diz Janaína.
Quem ganha com esse novo mercado são os consumidores. Na Remexe, os preços vão de R$ 3 a R$ 80, no caso de roupas novas de grifes. Na Brechozinho, a liquidação de inverno garante o preço de R$ 10 para macacões, mesmo os de marcas famosas que custam até seis vezes mais. O vestido seminovo da marca importada Trol sai R$ 15, contra R$ 60 em lojas dos shoppings.
Na Treco do Bebê, Zilda Barros Vilela, também garante qualidade e preços no mínimo 50% abaixo do mercado. Essas coisas de bebê são muito caras, além de ter um uso restrito'', diz, ressaltando que a maioria de suas clientes é de pessoas de classe média, que procuram uma opção mais adequada a seus orçamentos. (M.G.)

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