Arquivo Folha











Jaime Lerner: governador que nomeou Osvaldo Magalhães dos Santos para presidir a Banestado Leasing, em 1995. Meses antes de se tornar público o escândalo da Leasing, Lerner o transferiu para a Secretaria de Esporte e Turismo. Como secretário, Magalhães teria fôro privilegiado na Justiça.








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Osvaldo Magalhães dos Santos: presidente da Banestado Leasing, quando estourou o escândalo das operações. Foi apontado pela auditoria do banco como responsável pelos desvios. Morreu em acidente automobilístico em setembro de 1998, e por isso não foi denunciado pelo Ministério Público.





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João Alves Filho: ex-governador de Sergipe. Ele é acusado de ter sido beneficiado com R$ 28 milhões, em operações de leasing para suas empresas e de seu genro José Edivan Amorim. Uma delas, inclusive, foi tida como fantasma pelo Ministério Público. Foi denunciado por promotores estaduais e federais. Depôs no mês passado na 2ª Vara Criminal Federal.





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Manoel Garcia Cid: ex-presidente do Banestado. Foi quem determinou que os auditores do Banestado investigassem a administração de Osvaldo Magalhães na Leasing. Neco Garcia disse, em reunião no Banestado, que teria avisado o governo sobre a Leasing. Ele encaminhou os relatórios finais para o Ministério Público.








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Reinhold Stephanes: sucedeu Neco Garcia na presidência do Banestado e herdou os problemas da Leasing. Foi obrigado a negociar com o Banco Central as dívidas da Leasing. O Banco Central exigiu que as débitos no valor de R$ 226 milhões fossem assumidos pelo Estado no processo de saneamento.

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