São Paulo O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, disse ontem que a perda de posições do Brasil no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial é uma prova concreta de que as reclamações dos empresários sobre juros, impostos e falta de crédito não são ''choradeira''. ''Nossos concorrentes vivem outra realidade'', disse Skaf.
A Fiesp aproveitou a divulgação do ranking do Fórum Mundial para apresentar o Indicador de Competitividade Fiesp, que reúne 83 variáveis de 43 países. Em 2002, último dado da pesquisa, o Brasil ocupava a 39 posição. ''Os estudos não trazem novidades, mas embasam de forma verdadeira tudo o que temos dito que precisa mudar.''
De acordo com o indicador da Fiesp, o Brasil possui restrições específicas para elevar sua competitividade na seguinte ordem: capital, tecnologia, economia doméstica e grau de abertura. (AE)

mockup