‘‘A vantagem é que o contribuinte terá mais segurança quando chegar a uma certa idade. É um sacrifício no presente para uma tranqüilidade no futuro. A previdência privada ainda é interessante para o consumidor pois oferece algumas opções de modalidades. Ele pode, por exemplo, pagar a previdência por 10 anos e, então, retirar o dinheiro ou optar por não retirar o dinheiro para ter uma renda anual mais no futuro. O ponto positivo desse tipo de investimento é que o rendimento está acima do da poupança’’.
Carlos Roberto Ferreira, economista

‘‘Para quem tem condições de aplicar em previdência privada é muito interessante, pois além de poupar para uma eventual incerteza do futuro, existe a possibilidade de ter uma aposentadoria segura. A oficial é também bastante segura, mas está sujeita a mudanças governamentais. E, observamos que essas mudanças são sempre para reduzir os rendimentos. Na privada, contudo, o contribuinte tem opções de rendimentos: renda fixa ou variável. Os riscos para quem investe em previdência privada existe, por isso é importante escolher uma operadora mais sólida e idônea’’.
Azenil Stavisk, economista

‘‘A previdência privada é interessante para garantir ao contribuinte uma aposentadoria mais tranqüila. E deve ser pensada e planejada quando a pessoa é jovem, não se deve deixar para depois, até porque quanto maior o tempo de contribuição maior o rendimento. É interessante conciliar a previdência oficial com a privada, pois a primeira é segura, mas pode sofrer alterações do governo. A privada também não é totalmente segura, pois a operadora pode falir, no entanto, rende mais que a oficial. Por isso, é importante escolher empresas consolidadas’’.
Ismael Mologni, economista

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