‘‘Sou favorável pois é uma maneira de formalizar os sacoleiros. Seria interessante pois se criassem o imposto, as pessoas poderiam continuar trabalhando. Tem que ser analisado como será a forma de cobrança deste imposto, pois pagando este tributo a mercadoria estará regularizada e os sacoleiros poderão vender tanto para quem trabalha em lojas de camelódromos ou do comércio no geral. Talvez os produtos até sofram um reajuste porque o imposto estará embutido no preço, mas pelo menos os sacoleiros estarão trabalhando com mercadorias legalizadas’’.
Reginaldo Lima de Queiroz, presidente da Associação do Lojistas do Camelódromo do Calçadão

  ‘‘Na minha opinião vai atrapalhar bastante a competitividade no mercado brasileiro. Na verdade, acho que o governo deveria ajudar nossas empresas a competir com produtos de fora e não o contrário: o governo está permitindo que produtos de fora entrem no País. Isso pode até tirar o emprego de muita gente. Também não acredito que isso vá legalizar algum produto. Pelo contrário, para legalizar esses produtos, os sacoleiros teriam que passar pelo sistema tradicional de importação, como qualquer outra empresa ou comerciante. E, se for implantada essa cobrança de impostos terá que haver uma fiscalização mais adequada’’.
Eduardo Ajita, diretor das Casas Ajita

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