Publicitários aprovam mudança na Folha
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 28 de maio de 1997
De Curitiba 
O presidente do Sindicato das Agências de Propaganda (Sinapro), Hiram Souza, avalia que as mudanças na parte gráfica e no nome do jornal permitirão à Folha ampliar suas fronteiras para todo o Estado. Acho que era difícil vender um jornal com o nome Folha de Londrina no restante do Paraná e nos outros Estados, afirmou Souza. Presidente da Exclam Comunicação, o publicitário diz que só faltou fazer mais badalação na mídia para fortalecer a mudança.
Uma das responsáveis pela mídia da Mercer, Queli Cristina Pereira, disse que o nome Folha do Paraná traz renovação para o jornal. O pessoal de Curitiba sempre teve receio de ler um jornal que associava a sua imagem a Londrina. Todo mundo questionava se havia ou não matérias de todo o Estado, afirma Queli. Ela diz que a sensação agora é que o jornal traz informações de todas as regiões do Paraná. Queli sugere ainda que a Folha amplie seu caderno de classificados para Curitiba e demais municípios, trazendo informações de compra, venda e aluguel de imóveis, carros e serviços. O departamento comercial da Folha está em fase de estruturação do caderno, para que se possa fazer a ampliação.
A gerente de mídia da Opus & Múltipla, Cora Chaves, diz que o jornal ganhou uma conotação estadual com a mudança. O nome Folha de Londrina regionalizava, por mais que já circulasse em todo o Estado. É um jornal que leio há muito tempo. Acho interessante que tome corpo, e o novo nome ajuda nisso, afirma.
Para um dos sócios da Z. Publicidade, Fernando Carvalho, o novo projeto da Folha traz maior expressividade no mercado de Curitiba. O jornal já é um expoente com uma boa produção jornalística. Não há críticas a fazer. Acho que, graficamente, o jornal é o melhor de todos, pois traz a facilidade de leitura.
O diretor de atendimento da Master Comunicação, André Caldeira, acredita que tanto os leitores quanto o mercado publicitário aguardavam a mudança do jornal. A Folha sempre foi muito além do nome, que sugeria uma regionalização da informação. A alteração era uma etapa que precisava ser cumprida. Até agora, o caminho foi brilhante e a mudança foi um sucesso, avalia Caldeira.


