Proprietária pensa em aderir à associação
Janaína Felizardo é farmacêutica e dona de uma farmácia e conhece muito bem as dificuldades de se manter no mercado em processo de concentração. Há três anos ela mantém a Farmácia do Boske, no centro da cidade. "Minha sorte é que, por ser formada, eu não preciso contratar um farmacêutica", declara.
Segundo ela, as pequenas farmácias de Londrina, quando não são compradas pelas redes, estão se juntando a uma associação de estabelecimentos. Elas pagam um valor mensal para a entidade, e passam a usar sua marca e sua identidade visual. Além disso, ganham uma virtual carteira de clientes - funcionários de grandes empresas da cidade.
"Neste sistema, os pequenos ganham poder de compra e participam das propagandas e promoções desta associação", alega. Ela mesma andou "sondando" os integrantes da entidade e não descarta aderir ao grupo. "Estou fazendo um estudo para ver se melhora a minha situação." (N.B.)





