O Instituto das Águas informou que até o final da tarde de ontem, não havia recebido ainda a proposta de reajuste da Sanepar para dar início ao processo de análise. O diretor do instituto, Gilmar Cardoso, lembrou que, no ano passado, a tarifa foi reajustada a partir de 1º de março. Segundo ele, o intervalo de tempo entre um reajuste e outro precisa ser de 12 meses.
Assim que a proposta de reajuste da Sanepar chegue ao Instituto das Águas terá um parecer da assessoria jurídica e um parecer contábil. Depois será encaminhada para o Conselho Administrativo do instituto que é presidido pelo secretário estadual do Meio Ambiente, Luiz Eduardo Cheida, e ainda tem como participantes os secretários de Agricultura, Norberto Ortigara e do Planejamento, Cassio Taniguchi, além do presidente do instituto, Márcio Nunes Fernandes, e de um servidor efetivo do órgão.
As conclusões do instituto serão encaminhadas para a análise do governador Beto Richa que é quem define qual o percentual de reajuste que será aplicado. Segundo Cardoso, nos últimos anos o governador seguiu o parecer do Instituto das Águas. Não há um prazo mínimo para que a entidade envie sua recomendação ao governador. A nova tarifa deve vigorar 30 dias após a publicação do decreto estadual. (A.B.)

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