A exploração turística ao longo do Rio Iguaçu é um projeto antigo, de 1986. Na época, funcionários da companhia apresentaram propostas à diretoria, sugerindo que a empresa poderia investir no turismo. O programa ganhou força a partir de 1995, quando o presidente da Copel, Ingo Hubert, se interessou pelo assunto.
Com a proximidade da privatização da Copel, a diretoria decidiu agilizar o projeto. No final do ano passado ficou decidido que seria criada uma Special Pourpouse Company (SPC) – empresa de propósito específico – que iria assumir o investimento. A SPC seria formada pela Copel como acionista minoritária e pelas construtoras Brascam e DM.
Em junho deste ano ficou decidido que seria formada a SPC, mas na semana em que seriam assinados os papéis o governo interveio e pediu a suspensão do negócio. O governo informou à Copel que tinha intenção de ficar com a área. (C.M.)

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