Projeto da Fiep busca inovação em embalagens
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Andréa Bertoldi<br>Equipe da Folha 
Curitiba - A Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN-PR), lançou ontem em Curitiba, o projeto ''Al Invest - Inovação em Embalagens''. Voltado para indústrias de móveis e madeira do Paraná, o programa vai disponibilizar consultores para preparar as empresas participantes a fim de que promovam adequações nas embalagens de seus produtos, visando tanto o mercado interno como externo. Posteriormente, a metodologia será replicada para outros quatro estados.
Uma iniciativa do CIN-PR, o projeto tem chancela da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e conta com financiamento do programa Al Invest, da União Europeia. Além disso, tem apoio do Sindicato da Indústria do Mobiliário e Marcenaria do Paraná (Simov) e do Sindicato das Indústrias de Móveis de Arapongas (Sima), responsáveis pela indicação de parte das empresas participantes.
Lançada como um projeto-piloto, a iniciativa vai atender 30 indústrias de móveis e madeira do Paraná. A partir de 14 de junho, as empresas da região de Curitiba já começam a receber, individualmente, as visitas dos consultores do projeto. A consultoria acontecerá em três etapas principais. Na primeira, será feito um diagnóstico sobre o atual estágio que as empresas se encontram em relação ao desenvolvimento de suas embalagens. Em seguida, receberão recomendações sobre as adequações necessárias no processo de embalagem dos produtos.
Por fim, serão implantados novos sistemas que permitam o melhoramento do desenho técnico, especificações e desenvolvimento estrutural das embalagens utilizadas para proteger, movimentar, armazenar, transportar e divulgar os produtos no mercado nacional e internacional. Para participar do projeto, as empresas devem se comprometer a aplicar pelo menos 60% das recomendações.
O ''Al Invest - Inovação em Embalagens'', cujas consultorias serão gratuitas para as indústrias participantes, pretende proporcionar reduções de custos e gerar modernização e inovação para as empresas.
Após a execução do projeto-piloto no Paraná, que deve durar oito meses, a metodologia será replicada para outros quatro estados - Pará, Mato Grosso, Rondônia e Santa Catarina -, atendendo mais 120 empresas.


