Um dos sinais do otimismo que tomou conta do mercado financeiro é a valorização sustentada pela Bolsa de São Paulo desde outubro. Um punhado de fatores, como o isolamento do País da crise argentina, o afrouxamento do racionamento de energia, a recuperação da balança comercial, a baixa do dólar e da inflação indicando possível recuo dos juros, aponta para uma perspectiva positiva para as ações. A questão principal é saber até onde pode ir a onda de alta.
De modo geral, os analistas de mercado prevêem um ano positivo para as ações. O diretor de Recursos de Pessoas Físicas da Corretora Ágora, Álvaro Bandeira, projeta um avanço de até 35% para o Índice Bovespa no ano. O diretor do banco Inter American Express, Marcelo Allain, prevê que a valorização das ações não será linear.
O analista da Coinvalores Corretora, Marco Aurélio Barbosa, aponta também os bons resultados e o baixo preço das ações. Mas alerta: é preciso escolher papéis de empresas e setores que acenariam com maior valorização.
Um fundo de ações, em vez da compra e venda direta de açõesm é a opção mais indicada para o investidor que não tem conhecimento técnico para o acompanhamento constante do mercado de capitais.

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