Programação terá debate sobre manejo e oficinas de torra
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 02 de outubro de 2018
Fábio Galiotto Reportagem Local 
A 11ª Ficafé (Feira Internacional de Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná) terá na quinta-feira (4) debates sobre manejo de nematoides no café, sucessão familiar, comunicação digital no sistema agroindustrial de cafés especiais e qualidade como diferencial na produção. E, nos três dias de feira, o Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) do Paraná oferecerá cursos de torra de cafés especiais, ministrado pelo especialista Marcos Antonio dos Reis Teixeira, e oficina de manutenção de derriçadeiras com Emerson Massoqueto Batista.
O presidente da Cooperativa de Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná (Cocenpp), Ricardo Batista dos Santos, destaca como novidade neste ano o curso de manutenção de derriçadeira. "É importante ter esse conhecimento para facilitar o dia a dia do produtor", recomenda. A palestra sobre nutrição, que vai falar de um adubo diferenciado, também promete ser muito interessante, na avaliação de Santos. Segundo ele, os produtores precisam usar a tecnologia para aumentar a produtividade e reduzir custos.
Segundo o presidente da Associação dos Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná (Acenpp), Paulo Frasquetti, a programação do evento deste ano está muito diversificada. Além das tendências do mercado de cafés especiais, os produtores terão acesso a novos conhecimentos sobre meio ambiente e como diversificar as culturas para agregar mais renda às propriedades. "O concurso deve trazer lotes de café tão bons ou melhores que os do ano passado. Com certeza, vamos nos surpreender com a qualidade", afirma.
Mais uma série de palestras tem promoção da AEAANP (Associação dos Engenheiros Arquitetos e Agrônomos do Norte Pioneiro) com apoio do Crea. O evento técnico espera reunir mais de 100 profissionais do Sistema Confea/Crea, com objetivo de qualificar profissionais e disseminar técnicas que visam melhorar a produção de cafés especiais. "Os profissionais que fazem o acompanhamento dessas novas tecnologias de manejo tornam o campo um negócio sustentável, dando boas perspectivas de remuneração ao produtor rural", afirma o gerente regional do Crea-PR Londrina, Edgar Tsuzuki. (Reportagem Local)


