O programa do governo federal também oferecerá subsídios para estimular a demanda por assentos em viagens para pontos mais afastados do País, que atenda até 50% de aeronaves pequenas, com menos de 60 assentos. "Os slots (espaços delimitados para companhias em terminais) da aviação doméstica serão distribuídos de acordo com a eficiência das empresas", disse o ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Wagner Bittencourt, durante o anúncio em Brasília.
Também será criada a Infraero Serviços, para oferecer serviços de planejamento, consultoria, administração, apoio à operação, treinamento de pessoal e outros relacionados à exploração de aeroportos no Brasil e no exterior. A atuação será em parceria com um operador internacional.
O governo ainda publicará hoje, no "Diário Oficial da União, as regras para autorização de criação de aeródromos civis públicos dedicados somente à aviação executiva, táxi aéreo, instrução e treinamento (aeroclubes e escolas de aviação), serviços especializados (agrícola, publicidade, combate a incêndio), aerodesporto, experimental, comercialização e manutenção). Assim, pretende desafogar um pouco os aeroportos. "Queremos estabilidade e regras claras para as empresas que invistam nos aeroportos', disse a presidente Dilma Rousseff. (F.G./Com agências)

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