O Programa Paraná Competitivo oferece ao empresário a chance de adiar o pagamento de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) ou de tributos estaduais que incidam sobre a energia elétrica. Os prazos vão de dois a oito anos e o percentual pode ser de 10% a 90% da taxa, conforme a análise de cada projeto. Depois de concluído o período, a empresa pagaria juros subsidiados sobre o período do benefício. Porém, Londrina pouco se beneficiou do programa.
O consultor técnico do Paraná Competitivo, Onildo Benvenho, afirma que é interesse do governo que as empresas se instalem no interior, e não mais foquem apenas a região da capital. "Quem define a localidade é o investidor. Tivemos tentativas em Londrina, mas boa parte não deu certo", diz. Para ele, o problema é que havia interesse no passado, mas a política não era colocada como prioridade.
Presidente do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), Bruno Veronesi elogia a iniciativa e diz que a usa para negociar projetos para a cidade. "Temos trabalhado com o governo do Estado, que é quem faz a análise dos incentivos." (F.G.)

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