O governo não conseguiu destinar os R$ 210 milhões a empresas como subvenção para inovações nas oito áreas prioritárias da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (Pitce). No programa de subvenções, o recurso é doado como apoio aos projetos. A empresa beneficiada não precisa devolver.
Mesmo assim, sobraram R$ 65 milhões. Eles serão somados a outros R$ 90 milhões e destinados a projetos inovadores de temas gerais. Os projetos dessa segunda fase, de temas gerais, devem ser anunciados no fim de março.
Para as áreas prioritárias do Pitce, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), aprovou 70 projetos que, juntos, receberão R$ 145 milhões como subvenção. São elas as áreas de semicondutores e software; fármacos e medicamentos; bens de capital; aeroespacial; nanotecnologia; biotecnologia e biomassa e energias alternativas.
O presidente da Finep, Odilon Antonio Mancuzzo do Canto, explicou que muitos projetos enviados pelas empresas não atenderam as condições previstas no edital do programa.

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