Proger Urbano Empresarial utiliza recursos do FAT
Com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) outro programa, o Proger, é citado pelo superintendente regional como instrumento de apoio a empresas com faturamento bruto anual de até R$ 3 milhões. Se o empresário tem um projeto de empresa desse porte e quer iniciar o negócio, pode recorrer ao programa, que financia também aquisição de máquinas, equipamentos e veículos; ampliação e reforma de instalações da empresa. O limite de financiamento é de R$ 100 mil ou de 80% do valor da proposta. Pode ser dinheiro para investimento ou investimento associado a capital de giro. Prazo de até cinco anos e carência de um ano.
Para os financiamentos até R$ 50 mil, os projetos podem ser feitos pelos interessados, com a participação de entidade técnica ou técnico qualificado; acima de R$ 50 mil exige projeto com assessoramento gerencial por entidade técnica qualificada, como Sebrae, Sine, Centro Cape, universidades ou consultorias júniores de empresas em universidades. O banco fornece os roteiros para a elaboração dos projetos, conforme o valor do financiamento. O Proger Urbano dá prazos de até 60 meses, com dois meses de carência, para compra de veículos financiáveis, e de 12 meses para os demais casos. Os encargos financeiros são pós-fixados, com base na TJLP mais 5,33% ao ano. Garantias pessoais complementares são dadas pelos fundos de Aval (FAMPE ou Funproger, que garantem até 80% da operação. Paga-se o financiamento em parcelas mensais e sucessivas.
O superintendente regional do BB destaca ainda o Cooperfat ou BB Cooperfat, instrumento de crédito destinado a fomentar a produção industrial ou artesanal; do comércio, de serviços e do setor rural. Essa área de financiamenmto destina-se à geração de trabalho e renda. Financia até 90% do projeto e o empréstimo pode ser pago em até 96 meses (incluída a carência de até 12 meses), se for para investimento fixo e capital de giro associado, e até 24 meses para aquisição de insumos e matérias-primas (incluindo carência de até três meses).
Nesses casos, os custos financeiros são pós-fixados, iguais à TJLP mais 4% ao ano. Nessas linhas todas as garantias não precisam de avalistas; o empresário mesmo é o responsável.





