PRODUTOS FALSIFICADOS - Campanha quer educar contra a pirataria
A falsificação de produtos é o crime mais lucrativo do mundo. De acordo com a polícia internacional, a prática movimenta anualmente US$ 522 bilhões, superando o tráfico de entorpecentes, calculado em US$ 360 bilhões.
Por conta da pirataria, dois milhões de empregos formais deixam de ser criados no Brasil anualmente. Estima-se também que cerca de R$ 27 bilhões deixam de ser arrecadados em impostos.
Para tentar combater esse crime, o Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNPC), vinculado ao Ministério da Justiça, lançou a campanha educativa Pirata, tô fora! Só uso original. A idéia é mostrar para a população que o crime de pirataria está diretamente ligado a outras práticas criminosas, como lavagem de dinheiro. Dados do ministério dão conta que, no ano passado, em aproximadamente 60% das apreensões de produtos piratas havia também drogas, armas e munições.
A campanha educativa contra a pirataria pretende ir às escolas e universidades e tentar atingir o maior número de jovens, já que pesquisa recente apontou que, no Brasil, os maiores consumidores de produtos falsificados estão na idade entre 14 e 25 anos. De acordo com CNCP, não são somente CDs, DVDs, roupas, acessórios e brinquedos que fazem parte desse tipo de crime. Atualmente é crescente a falsificação de medicamentos, materiais cirúrgicos, pastilhas de carros e até rolamento de turbinas de avião.
Termo com conotação generalizada, muito utilizado pelas convenções internacionais que tratam da questão das drogas, determinando todos os psicotrópicos cuja distribuição e consumo devem ser regulamentados, levando-se em conta sua toxicidade.
É o conjunto de processos, operações e atividades que visam transformar dinheiro de origem ilícita e, consequentemente, de difícil aproveitamento, em dinheiro e patrimônios com uma origem aparentemente legalizada e, portanto, facilmente aproveitáveis.
O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.





