PRODUTOS
Boi/indicador Nesta segunda-feira, pecuaristas e frigoríficos têm razões mais fortes para acompanhar a inspeção sanitária do Canadá. Um desfecho favorável, que suspenda o embargo à carne brasileira pode elevar os preços no mercado interno.
Algodão A semana começa com novidade para o setor algodoeiro. As indústrias de descaroçamento devem abrir preços para a nova safra. Na sexta-feira, o indicador de preço de algodão em pluma, calculado pela Esalq/BM&F, fechou em queda de 0,66% a R$ 0,9354 por libra-peso.
Café O café terminou a semana em baixa. A retração do mercado foi justificada pela divulgação, na quinta-feira, dos estoques dos EUA em janeiro, que estão altos, segundo operadores do mercado: 5.602.544 sacas. Expectativa de mercado era que o estoque fosse menor.
Milho O milho pode ter novidade vinda do governo, como novos recursos. Na semana passada, o preço do milho não reagiu, apesar do anúncio de exportação para março feito pelos produtores e Secretaria da Agricultura de Goiás. Também as cooperativas gaúchas estavam prevendo embarques, mas o mercado não especulou em cima de um possível enxugamento da oferta.
Milho/Paraná Ponta Grossa, Pato Branco e Guarapuava tiveram preços entre R$ 7,20 e R$ 8,00/saca. Mas em Ivaiporã o preço não passou de R$ 7,00. Na região de Maringá, Campo Mourão e Paranavaí, o menor preço foi de R$ 7,00, mas há notícias sobre negócios a R$ 6,80.





