Curitiba - De acordo com o diretor geral da Brazil Foods, Antonio Carlos de Oliveira, o feijão rastreado será colocado no mercado entre 12% a 18% mais caro. A tendência é reduzir essa margem, à medida que houver ganho de participação no mercado, explicou. O produto deve chegar às gôndolas de supermercados do Paraná e Santa Catarina dentro de duas semanas. Em um mês, estará disponível no mercado de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Minas Gerais. Cerca de 800 regiões de venda já estão preparadas para receber o produto, informou Oliveira.
O executivo acredita que dentro de quatro anos, a Brasil Foods estará atendendo entre 30% a 40% do mercado interno com feijão rastreado. No mercado externo, a estimativa é atender cerca de 80 países. A empresa garante que vai oferecer segurança alimentar, rastreabilidade de todo o processo de produção e preço justo.
A produção rastreada atende pré-requisitos exigidos no mundo inteiro que garantem que os produtos são naturais, livres de resídos tóxicos, de transgênicos, o sistema produtivo não utiliza mão-de-obra infantil e com técnicas que preservem o meio ambiente. Os produtores devem respeitar as boas práticas agrícolas. (V.C.)

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