O Procon-Londrina registrou queda no número de atendimentos, reclamações e autuações em 2013, em relação ao ano anterior. Segundo balanço divulgado ontem, foram realizados 90.631 atendimentos pessoais, telefônicos e eletrônicos, contra 92.394 em 2012. Destes atendimentos, 6.957 transformaram-se em reclamações – queda de 10,92% em relação a 2012, quando o número foi de 7.810. Quanto às autuações de fornecedores, foram 247 contra 261.
O coordenador do órgão, Rodrigo Brum, considera os números positivos, por mostrarem uma atuação mais forte do Procon junto aos fornecedores. "Do total de autuações, 160 foram feitas em campo, ou seja, durante as fiscalizações. As empresas estão vendo que o Procon está aplicando a lei e estão mais rápidas em solucionar problemas dos consumidores", diz ele.
Segundo Brum, os fiscais do Procon têm realizado, inclusive, visitas prévias de esclarecimento às empresas, evitando futuras autuações. O coordenador destaca como outro dado positivo o índice de resolução das reclamações, que alcançou 61,5%. Das 3.199 reclamações encerradas em 2013, 1.981 foram resolvidas e arquivadas.
Dentre os setores líderes de reclamações no Procon-Londrina estão o de Serviços (3.141), com destaque para telefonia móvel (797), Venda de Produtos (1.828), destaque para informática (216), e Assuntos Financeiros (1.645), especialmente cartões de crédito (528) e bancos (480). O órgão também realizou seis grandes operações de fiscalização em 2013, nos bancos, supermercados, greve dos bancos, venda de gás, centros de formação de condutores e vendas de Natal.

Arapongas
O Procon de Arapongas também divulgou ontem balanço de 2013, com 11.541 atendimentos. Segundo o coordenador do órgão, Paulo Camparoto, no mês de junho os atendimentos foram separados por categorias: telefonia, comércio local, serviços, e-commerce e financeira. A partir da mudança foi possível constatar a liderança do setor de telefonia no número de reclamações efetivadas (1.778), seguida do comércio local (848) e do setor de serviços (813).
Segundo Camparoto, o órgão participou de operações de fiscalização de postos de combustíveis - em parceria com o Ministério Público, Receita Estadual, Ipem e Comitê Sul Brasileiro de Qualidade de Combustíveis – e de lojas do comércio local. Os proprietários foram informados sobre a obrigatoriedade de conter preço em todos os produtos expostos, com base em lei federal.

Imagem ilustrativa da imagem Procon registra queda no número de atendimentos e de autuações
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