O Procon de Maringá está levantando informações para tentar descobrir as razões dos postos em não beneficiar o consumidor com a redução de 5% no preço do combustível determinada pela Petrobras. Segundo o diretor do Procon, Adilson Reina Coutinho, os 65 postos continuam praticando um dos preços mais altos no Estado.
Em Maringá, o litro da gasolina comum está R$ 1,58 e R$ 1,59. Coutinho lembra que em centros como Londrina, a mesma gasolina custa R$ 1,43 a R$ 1,47 o litro, e Cascavel a R$ 1,44. ‘‘A situação de Maringá acabou sendo atípica porque ao contrário de uma redução houve uma majoração em todos os postos’’, diz o diretor do Procon. Ele cita que antes da determinação da Petrobras, o litro da gasolina estava R$ 1,47 em Maringá.
No levantamento realizado pelo órgão estão sendo apurados a qualidade do combustível, a procedência e o valor de aquisição do produto junto às fornecedoras, além de outras exigências da própria Agência Nacional do Petróleo (ANP). ‘‘Queremos reunir o maior número de informações para chegar a um conclusão e tentar tomar providências’’, diz Coutinho.
Conforme o diretor, será possível também identificar questões como a de formação de cartel. ‘‘O número de reclamações que recebemos contra postos é muito grande e exige uma condução de trabalhos com resultados’’, ressalta Coutinho.

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