A credibilidade do jornal impresso transmite aos consumidores uma postura mais confiável com relação aos outros meios de comunicação. Além disso, entre os leitores o veículo é considerado a primeira fonte de informação sobre anúncios de produtos e serviços, automóveis e informática. Os resultados constam na pesquisa que avaliou o processo de decisão de compra do leitor de jornal e dos não leitores.
Conforme o levantamento, 49% dos leitores procuram o jornal para se informar sobre produtos e serviços. O índice de pessoas que utilizam o meio para procurar anúncios de automóveis é de 41%; anúncios de informática ficam com 31% das pesquisas. Estes percentuais refletem a posição dos leitores, uma vez que 41% deles acreditam que o jornal é o veículo mais confiável. A televisão ficou com 40% das preferências.
Os leitores também consideram o jornal a principal fonte de informação sobre reputação corporativa. Do total de entrevistados, 29% apontam produtos e serviços como sendo de confiança se veiculados em jornais. Na segunda colocação, aparece a opinião de amigos, com 21%. Neste caso, a televisão ficou com o terceiro lugar, com 18%.
Os leitores também buscam o jornal para se informar sobre uma determinada empresa, em itens como apoio à instituições de caridade, ações ambientais, respeito aos direitos do consumidor e, até mesmo, se a assistência técnica funciona ou se há reclamações contra a empresa.
Informação - O jornal ainda é apontado pelos consumidores como a segunda fonte de informação, ficando atrás da televisão. Na preferência dos entrevistados, estão anúncios de produtos e serviços, automóveis, opções de lazer ou entretenimento, notícias da cidade, esportes, economia e negócios, cultura e artes, política do Brasil, informática, ciências/tecnologia, saúde, notícias do mundo, turismo, agricultura, matérias para mulheres e beleza.
De acordo com a pesquisa, os dias com maior frequência de leitura são a quarta-feira e o domingo. Em média, cada pessoa utiliza cerca de 33 minutos do seu dia para ler o jornal, sendo que este tempo pode chegar a 37 minutos aos finais de semana. ''Aos finais de semana, as pessoas estão mais calmas, mais atentas, são menos interrompidas. Além disso, elas conseguem pensar melhor nos assuntos expostos e absorvem mais os conteúdos e, isso, também se aplica aos anúncios, que entra como parte do fluxo de informações'', disse o palestrante Geraldo Leite. (F.M.)

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