PREVENÇÃO -Câncer de pele tem mais de 100 mil casos/ano no País
Segundo o dermatologista Andrei Bungart Nonino, pesquisas indicam que a exposição cumulativa e excessiva ao sol durante os dez primeiros anos de vida aumenta muito o risco de câncer de pele. Ele lembra que nos Estados Unidos, local onde existem dados estatísticos confiáveis, a incidência de câncer de pele é de aproximadamente 1,2 milhão de novos casos ao ano, dos quais cerca de 45 mil sejam de melanoma, o tipo mais grave e com risco de morte. No Brasil, o câncer mais freqüente entre todos os tipos é o de pele, correspondendo a cerca de 25% de todos os tumores diagnosticados segundo o Ministério da Saúde, com cerca de 100 mil novos casos ao ano. Mas, a incidência deve ser ainda maior, considerando que os dados estatísticos no país não são precisos, diz o médico. Mesmo com a aplicação do protetor, Nonino destaca que as pessoass devem evitar o sol no período das 10 às 16 horas, e utilizar sempre outros métodos de proteção como camiseta, chapéu, óculos de sol e guarda-sol. Além do câncer, o sol pode provocar, de imediato, queimaduras solares e sintomas de insolação, como desidratação, dor de cabeça, febre, náusea e vômito. A médio e a longo prazo, vem o envelhecimento precoce da pele com aparecimento de manchas, rugas, aspereza e perda da elasticidade.
É o crescimento anormal e descontrolado
das células que compõem a pele. Sua principal causa é a exposição excessiva ao sol
É o tipo mais perigoso e freqüente em pessoas de pele clara e sensível. Normalmente, inicia-se com uma pinta escura
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