O diretor da Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF), Fernando Ramazzini, afirma que as autoridades e empresários interessados em combater a pirataria estão cientes de que prender camelôs e recolher mercadores falsificadas em lojas e ruas das cidades é quase inútil. A indústria da falsificação tem estratégias eficientes de produção, distribuição e reposição de mercadorias.
Ramazzini avisa que a falsificação e venda de produtos pirateados poderia render aos criminosos até seis anos de cadeia. ''Mas as penas para crimes de estelionatos e fraude no comércio relacionados à pirataria são brandas. Em muitos casos, o falsificador nem é preso'', diz.

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