Ou­tra aná­li­se do pre­si­den­te do Sin­di­ca­to do Co­mér­cio Va­re­jis­ta de Com­bus­tí­veis do Pa­ra­ná, Ro­ber­to Fre­go­ne­se, foi a re­du­ção de 15% no pre­ço do ­óleo die­sel, anun­cia­da pe­lo go­ver­no fe­de­ral na se­gun­da-fei­ra. Se­gun­do ele, a re­du­ção no pre­ço do com­bus­tí­vel nas bom­bas só de­ve­rá ser ob­ser­va­da pe­lo con­su­mi­dor da­qui a uma se­ma­na.
  Fre­go­ne­se ex­pli­cou que os pos­tos ain­da tra­ba­lham com os es­to­ques an­ti­gos e de­vem al­te­rar os pre­ços à me­di­da que re­ce­be­rem os es­to­ques no­vos. A re­du­ção es­ti­ma­da por ele pa­ra o con­su­mi­dor se­rá de 9%, em mé­dia.
  O go­ver­no tam­bém anun­ciou uma re­du­ção de 4,5% no pre­ço da ga­so­li­na nas des­ti­la­rias, mas es­ta di­fe­ren­ça não se­rá re­pas­sa­da ao con­su­mi­dor. O pre­si­den­te do Sin­di­com­bus­tí­veis diz que ‘‘o go­ver­no deu com uma mão e ti­rou com a ­outra’’. Ou se­ja, ao mes­mo tem­po que re­du­ziu o pre­ço do com­bus­tí­vel, ele ­criou um me­ca­nis­mo tri­bu­tá­rio que au­men­tou o pre­ço da ga­so­li­na no mes­mo per­cen­tual. (E.A.)

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