A campanha de vacinação contra a febre aftosa começa na próxima segunda-feira. O esforço do Paraná é atingir um nível de imunização que se aproxime de 100% do rebanho. A campanha deste ano tem importância fundamental porque é a última antes da sorologia, exame que comprova a inexistência do vírus da febre aftosa no rebanho. Com os resultados negativos, o Paraná se credencia a conquistar a condição de ‘‘área livre de febre aftosa com vacinação’’, já a partir do ano 2000.
O decisão em vacinar é do próprio pecuarista, interessado em ampliar o mercado para o seu produto. Mas quem se antecipou e foi comprar vacina esta semana teve surpresa desagradável com os preços: em alguns distribuidores os preços passaram de R$ 0,28 a R$ 0,33 ano passado, para até R$ 0,66 este ano, reajuste (aumento real) de quase 100%.
Em Londrina, o Conselho de Sanidade Agropecuária (CSA), está mobilizando técnicos e instituições integrantes do órgão para conscientizar os produtores. O mote da campanha, segundo o presidente do CSA, Edison Mazei Ponti, é a ‘‘autodisciplina’’, ou seja os próprios criadores vão incentivar os vizinhos para que não deixem de vacinar. Será uma atitude de cobrança.

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