Caderneta e fundos de 60 dias são as melhores opções para quem vai aplicar a segunda parcela do 13º. O primeiro passo é definir o prazo pelo qual o dinheiro pode ficar aplicado. Se os recursos só puderem ficar aplicados por 30 dias, o investidor deve preferir a caderneta. Em dezembro, a poupança tornou-se a melhor aplicação para 30 dias, por conta do corte no redutor da TR. Em janeiro, no entanto, esse redutor sube de 0,85% para 0,97%, diminuindo a rentabilidade.
Caso possa investir por no máximo 180 dias, o melhor são os fundos de investimento financeiro (FIFs) de 60 dias DI, que acompanham a variação dos juros no mercado interbancário. Com isso, o investidor se protege contra oscilações das taxas de juro.
Se contar com mais de R$ 10 mil e puder empregar o dinheiro por mais de 180 dias, o investidor deve diversificar, aplicando 5% dos recursos num fundo de ações; 10% num fundo de 60 dias de derivativos; 35% num fundo de 60 dias de renda fixa tradicional; e 50% num fundo de 60 dias DI.
Dívidas Quem decidiu quitar dívidas com o 13º deve pagar primeiro as contas cujo atraso implica perda de direitos, como apólices de seguro e convênio médico. É fácil entender por quê: se o segurado estiver inadimplente e ocorrer um acidente de carro, ele perde o direito à indenização. No caso de convênio médico ou de seguro-saúde, o atraso impede o uso dos serviços do plano.

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