Forma de investimento mais tradicional e de menor remuneração atualmente, a caderneta de poupança ainda conta com adeptos e instituições financeiras buscam formas de mantê-la atrativa. A despeito da rentabilidade abaixo da inflação, a poupança é um lugar seguro para guardar dinheiro com alta liquidez, mas indicado para quem tem recursos insuficientes para outras modalidades mais rentáveis.
Trata-se do investimento mais simples de todos. Tem algumas vantagens, como a ausência da cobrança de taxa de administração, isenção de Imposto de Renda e de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e a possibilidade de resgate a qualquer momento. Entretanto, somente em outubro deste ano a caderneta de poupança voltou a registrar rendimentos maiores que a inflação.
A aplicação teve rendimento de 8,33% no período de 12 meses terminado em outubro, contra variação de 7,87% do IPCA.
O ganho real de 0,43% foi o primeiro desde dezembro de 2014, quando o rendimento dos 12 meses foi 0,71% acima da inflação.
Entretanto, o baixo rendimento e a crise econômica, que provocou demissões e fechamentos de postos de trabalho e reduziu a renda das famílias, levaram a um movimento de debandada das poupanças, com saques superando os depósitos. Entre junho de 2015 e junho de 2016, o mercado registrou captação negativa nas poupanças de 1,3%, com diferença de R$ 57,6 bilhões entre saques e depósitos.

Refere-se a um aumento no suprimento de dinheiro e a expansão monetária, o que é a causa do aumento de preços

Índice de Preços ao Consumidor Amplo


O Programa Folha Cidadania é o desafio social da Folha de Londrina no combate ao analfabetismo funcional

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