Potêncial exportadora é pouco estimulada
Um mapeamento feito pela Infraero mostra que o perfil do usuário do Teca de Londrina é, na maioria, de empresas de atacado e distribuidoras. Mas diz que a verdadeira vocação para cargas vem da indústria odontológica, médica e farmacêutica.
Na avaliação do sócio-gerente da AT Consultoria em Comércio Exterior, Tiago Augusto Lippi Garbin, há potencial na região para exportação de produtos do agronegócio e automotivos, que poderia ser explorado melhor.
As exportações pelo terminal de cargas aéreo ainda são ínfimas e devem diminuir com a suspensão, no ano passado, da rota da GOL para a Argentina. Agora, as mercadorias são despachadas por Guarulhos. "Se conseguíssemos fazer a exportação por Londrina, a mercadoria poderia ser liberada de um dia para outro", explica Karina Turbay Schnaid, diretora operacional da TepComex Assessoria e Consultoria em Comércio Exterior.
Com novas regras de fila de espera no terminal paulista, as mercadorias podem esperar de seis a sete dias para serem liberadas para exportação, segundo ela (A.M.P)





