Posto vendia gasolina com 40% de álcool
Caso recente de adulteração ocorreu no final de janeiro em Maringá. Uma denúncia chegou ao Procon de que um dono de posto havia recebido gasolina adulterada da distribuidora Shell. O Procon retirou amostras e encaminhou para o Laboratório de Análises de Combustíveis de Maringá.
Foi constatado um índice de 40% de álcool na gasolina - o permitido é de 25%. O Procon suspendeu as atividades da Shell na cidade. Como a distribuidora administra um pool que é base de outras companhias, o Procon fez um acordo com a Shell para o pool voltar a funcionar. Desta vez com a condição de que todos os caminhões passassem por exame da Universidade Estadual de Maringá e do Procon.
Para o diretor do Procon de Maringá, Ulisses Maia, os números de não conformidade no Estado e em Maringá demonstram que existem irregularidades. ''O que aconteceu com a Shell é fato concreto'', disse. Ele comentou que o Procon recebe reclamações diariamente sobre a qualidade dos combustíveis. (A.B.)





