Posto lacrado reabre após regularização
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terça-feira, 31 de maio de 2011
Victor Lopes <br> Reportagem Local 
O posto Birigui, localizado na Avenida Tiradentes, foi reaberto ontem depois de ser lacrado na última sexta-feira durante a operação Bomba Limpa, realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Procon, Ministério Público, Receita Estadual e outras entidades. O estabelecimento voltou a funcionar normalmente após apresentar documentos ao Procon que provariam que as três bombas lacradas pelo Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) estavam regularizadas, que o problema do tanque irregular encontrado foi solucionado e ainda que o consumidor tivesse acesso às informações sobre a origem dos produtos comercializados.
De acordo com Carlos Neves Junior, coordenador do Procon em Londrina, o proprietário do posto apresentou toda a documentação necessária para que o posto voltasse normalmente às atividades. ''Foi protocolada toda a documentação necessária para que fosse revogada a suspensão temporária das atividades. Ele comprovou que as situações das bombas foram regularizadas e o tanque foi retirado por uma empresa especializada'', explicou Neves.
Luis Bolognese, gerente do estabelecimento no qual seu filho é proprietário, disse em entrevista à FOLHA que a situação das bombas baixas foi um problema mecânico, portanto, não poderiam ser consideradas como fraude, já que não foram violadas nem houve intenção de prejudicar o consumidor. ''Das onze bombas, apenas duas apresentaram defeitos mecânicos, passíveis de acontecer em qualquer posto. Todas as bombas são verificadas duas vezes por semana, e os problemas surgiram apenas dois dias depois da vistoria semanal'', ressaltou Bolognese.
Em relação ao tanque encontrado, o empresário relatou que era um tanque operacional de outra distribuidora que atuava no local antes do Posto Birigui. Ele disse que há um processo judicial em andamento para averiguar de quem era a responsabilidade sobre o reservatório. ''De qualquer forma, ele já foi retirado e encaminhado para a destruição por uma empresa especializada de Maringá'', comentou. No caso do lixo encontrado no local, o proprietário providenciou a retirada dos resíduos.


