Terminal vai servir de apoio para o terminal arrendado Ponta do Félix  e o Porto de Paranaguá
Terminal vai servir de apoio para o terminal arrendado Ponta do Félix e o Porto de Paranaguá | Foto: Ivan Bueno/Divulgação




Antonina - O Porto de Antonina (Litoral) recebeu do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) a licença de operação para a área pública do terminal. As atividades no local estavam suspensas por falta de licença ambiental.

O documento certifica a segurança estrutural e ambiental do porto e permite a implantação de novos empreendimentos. A emissão da licença faz parte de um processo de readequação e regularização ambiental pelo qual os portos do Paraná vêm passando nos últimos anos. O Porto de Paranaguá conseguiu a licença do Ibama em 2012. O documento vale por quatro anos e exige como contrapartida uma série de condicionantes para ser mantido.

O terminal de Antonina estava desativado e abandonado desde 2008. Com a conclusão do processo de licenciamento, o terminal Barão de Teffé poderá retomar as operações e servir como ponto de apoio para o terminal Ponta do Félix, e também para o Porto de Paranaguá. O terminal tem 200 mil metros quadrados e servirá de transbordo de barcaças e de plataformas de offshore.

Também está sendo licitada uma área no porto para instalação de uma empresa metalmecânica que vai produzir peças e moldes para offshore. "Estamos concluindo as obras de pátio e vamos retomar as operações. De início, não haverá movimentação de carga. A intenção é que o terminal seja uma mola de motivação para o uso do porto de Antonina", comentou Luiz Henrique Dividino, diretor-presidente da Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina).

A Appa investiu em torno de R$ 6 milhões em cinco anos para regularização e recuperação do Porto de Antonina. "Investimos nos estudos ambientais, nas limpezas das áreas e reforma do prédio administrativo. Hoje, temos uma realidade totalmente diferente", disse Dividino.

Segundo a Appa, os portos do Paraná já têm em andamento mais de 40 programas ambientais, dentre os quais iniciativas de educação ambiental, gerenciamento de resíduos sólidos, monitoramento da qualidade da água, da fumaça emitida pelos caminhões e seus ruídos e controle da biota aquática. (Com Agência Estado)

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