Portabilidade atrai 5,2 mil clientes do DDD 43
Durante o primeiro mês de implantação da portabilidade numérica, 5.265 usuários da telefonia do DDD 43 que compreende 97 municípios solicitaram a troca de operadora. A maior demanda ocorreu na telefonia móvel (2.854 clientes), enquanto a fixa atraiu 2.411 assinantes. O DDD 43 ficou atrás apenas do DDD 62 (Goiás), que registrou o maior interesse dos usuários entre os 8 DDDs onde a mobilidade já está em vigor. No total, 26.260 clientes da telefonia de todo o País solicitaram a troca de operadora.
A GVT, segunda operadora de telefonia fixa a operar em Londrina, acredita que a portabilidade deve ser encarada pelos clientes como uma oportunidade. Embora não divulgue os números de migrações, o vice-presidente da Unidade de Negócios Alcides Troller afirma que o primeiro mês da implantação foi importante e proveitoso. Além de detectar as primeiras falhas com a implementação natural do processo, este período foi o suficiente para que a operadora estudasse o mercado.
O consumidor perdeu a barreira estrutural porque antes muitos eram mais fiéis ao número do que aos planos, comentou Troller. Segundo ele, a exemplo do que já ocorreu em outros países onde a portabilidade já foi implantada, no Brasil o perfil dos usuários que migraram de operadora, em média, têm gastos maiores com telefonia. Esses usuários querem ser tratados condizentes com seus gastos. As pessoas procuram qualidade de serviços, qualidade técnica e bom atendimento, comentou o vice-presidente.
A Brasil Telecom faz balanço positivo dos primeiros 30 dias da portabilidade no Brasil. Nos primeiros 30 dias de prestação do serviço, 26.260 pedidos de usuários foram registrados na base de dados de referência da ABR Telecom.
A Claro não divulga quantos clientes ganharam com a portabilidade. No entanto, a aposta da operadora continua sendo a implantação da tecnologia 3G em Londrina, uma vez que a empresa é a primeira a oferecer o serviço.A Claro acredita que a 3G é fundamental para isso, afirmou a operadora em nota à imprensa. A empresa considera o primeiro mês da regra como amplamente positivo e sem registro de qualquer problema que a impedisse de efetivar a mudança do número.





