‘‘Em Londrina, acho que tem gente que não deixa baixar o preço do combustível. Deve ter um ‘‘cartelzinho’’. Dá uma diferença boa de uma cidade para outra. Eu viajo na região e vejo que é bem mais barato. Já abasteci, aqui pertinho, a R$ 1,35, R$ 1,29, e em Londrina fica em R$ 1,58 ou R$ 1,56. E isso prejudica o consumidor’’.
Reginaldo Feniman, vendedor

‘‘Não fico muito atenta a preços, mas acredito que os postos de gasolina deveriam repassar esta redução de preços para o consumidor. Acho que há ‘superfaturamento’ se o preço cai nas usinas e não baixa nos postos. A diferença é muito grande. Em minha opinião, o consumidor está sendo lesado’’.
Jamille Becker, executiva de contas

‘‘Na minhão opinião, deve estar havendo algum problema de repasse entre as usinas e os postos. Deveria baixar o preço. Sei que em Maringá, Cambé e outras cidades o preço do álcool é mais barato. A gente compra um carro a álcool para ter um desconto no preço do combustível e não tem. Ou seja, a gente paga caro’’.
Vânia Steca, dentista

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