A população ocupada do País acabou apresentando um crescimento tímido de 1,1%, de acordo com os números do IBGE. O crescimento foi de 91,4 milhões de pessoas para 92,4 milhões. A região Sul ficou praticamente estável, com elevação de 0,8%. O maior percentual ficou com o Norte (3,7%), logo atrás o Centro-Oeste (3,3%) e o Sudeste (1,6%). A única região que apresentou decréscimo foi o Nordeste (-0,9%).
Segundo os dados do Pnad 2011, em dois anos houve a criação de um milhão de empregos, o que fez com que a taxa de desocupação caísse de 8,2% em 2009 para 6,7% no ano passado. Desde 2004, esta é a menor taxa apresentada no País. ''Temos que avaliar sempre se o número de ocupados aumentou. Ele que influencia diretamente na queda do desemprego no País. Se em 2009 a desocupação cresceu devido à crise mundial, em 2011 ela já voltou aos patamares normais'', avaliou a economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese), Lenina Formagi.
Quando os trabalhadores foram avaliados por categoria, houve um aumento de 59% para 61,3% daqueles considerados ''empregados''. No período, quem trabalha por conta própria também subiu de 20,7% para 21,2%. Já os trabalhadores domésticos caíram de 7,8% para 7,1%, assim como os empregadores, de 4,4% para 3,4%. (V.L.)

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