Ponto de Venda (Ney Alves de Souza)
* O relatório da pesquisa do IBOPE feita em junho indica a Rádio Igapó FM em primeiro lugar em Londrina. A programação é inteiramente de música brasileira - sertanejo, cantores populares e 75% de samba e pagode -e apresentada ao vivo.
* Confirmando: O desafio paranaense das Assessorias de Comunicação é o tema do workshop que acontece dias 4 e 5 de agosto, dirigido pelo expert J. Pedro Corrêa no Inter Palace Hotel e Centro de Eventos de Curitiba. Inscrições pelo telefone (041) 756-1702.
* Em apenas seis meses, o título de capitalização Superplus Banestado atingiu 102 mil unidades vendidas. Além de ser de baixo custo mensal, o Superplus é o que dá mais chances de prêmios nos sorteios.
* Vale a pena ler: a) Quando o marketing é uma droga, artigo do jornalista Paulo Nassar, secretário executivo da ABERJE - Associação Brasileira de Comunicação Empresarial. Está nesta Folha de segunda-feira, 28. B) Agências usam a própria receita, matéria assinada por Andreas Adriano na Gazeta Mercantil de 24 de julho. Fala das campanhas institucionais que buscam atrair novos clientes e a cumplicidade do público.
* Esta coluna pode ser lida também dentro do site da Folha de Londrina/Folha do Paraná na Internet: www.folha.de.londrina.com.br. Mensagens pelo e-mail: [email protected] ou telefone (041) 252-9448 e fax (041) 254-4439.Ney Alves de Souza
OSLIMITES DA IMPRENSA
Com esse título, a entrevista das páginas iniciais da edição de 30 de julho de IstoÉ mostra a opinião do advogado Manuel Alceu, que critica abuso de pedidos de indenizações contra jornais e revistas e defende a obrigatoriedade de aulas de ética nas faculdades de jornalismo.
O assunto cabe aqui porque é inseparável a atividade da propaganda da atividade de veículo de comunicação e uma dá credibilidade intrínseca à outra. Ele cita alguns casos de abusos da liberdade de imprensa e destaca itens da nova lei que está para ser aprovada.
Coincidentemente, dois artigos em jornais durante a semana trataram do mesmo assunto. No primeiro, dia 24, a empresária Maria Christina Andrade Vieira escreve na Gazeta Mercantil sob o título A imprensa e a vida das empresas. Comenta sobre o noticiário referente ao acidente com o avião da Tam e compara com os antecedentes do episódio que envolveu o Bamerindus e que resultou na intervenção e venda do complexo financeiro.
No domingo, 27, nesta Folha, a jornalista Regina KracikTeixeira escreve A leviandade da imprensa e o direito da personalidade. Em um trecho diz, textualmente: Aqui no Brasil os meios de comunicação sempre foram pródigos em barrigas antológicas. Menos mal quando estas apenas depõem contra a competência e a credibilidade dos veículos e são incorporadas ao folclore jornalístico. Infelizmente, a falsidade de uma notícia nem sempre se apresenta como evidente e - o que é pior - com preocupante frequência resulta em abuso contra os direitos da personalidade, ou seja, o direito que toda pessoa tem - ao menos teoricamente - à privacidade e à honra. Até que ponto o interesse público deve prevalecer sobre os direitos pessoais é assunto complexo, suscetível de várias interpretações. Mas, o interesse público não pode servir de desculpa para abusos da imprensa e menos ainda para a inobservância da ética. Mais adiante ela faz referência a um artigo assinado pelo promotor de Justiça Criminal Eduardo Araújo da Silva que diz: Impõe-se que os profissionais da imprensa tenham em mente a exata dimensão da repercussão dos seus atos em relação a um cidadão investigado. Diz-se que no Brasil não há pena de morte para os crimes comuns, o que é uma verdade do ponto de vista jurídico. Há, contudo, uma espécie de pena capital, qual seja, a morte civil e moral perante a sociedade daquele que tem sua imagem indevidamente divulgada como autor de um crime grave. E essa espécie de morte, como a morte física, não há dinheiro que pague.
O assunto não é novo nem está esgotado. Qualquer um, a qualquer momento, pode ser a próxima vítima.ABP - 60 ANOS
A ABP- Associação Brasileira de Propaganda, a primeira do ramo no país, está fazendo 60 anos. Embora tenha o nome de Brasileira, sua área de ação praticamente se limita ao Rio de Janeiro, onde foi fundada por importantes profissionais e empresários do ramo da época e continua atuando através de eventos e mobilização da classe.
A ilustração do anúncio de aniversário foi resgatada de um anúncio de xarope muito veiculado no tempo da criação da entidade.PROFISSIONAIS DO ANO
Pela quinta vez a Master Comunicação ganhou o Prêmio Profissionais do Ano / Regional Sul, concurso instituído pela Rede Globo e realizado desde 1978 para destacar a criatividade em comerciais e campanhas para televisão.
O comercial Gaivotas foi criado para a campanha Verão Ouro, do Banco do Brasil, no ano passado, projeto idealizado para dar conforto aos clientes durante o período de férias no litoral através dos postos de atendimento.
Em 96 a Master ganhou primeiro lugar também no Prêmio Profissionais do Ano Nacional.VITRINA





